sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

As 4 Leis da Espiritualidade

Antes de mais nada quero agradecer a todos os comentarios na ultima postagem... ia responde-los la mesmo, porem naum sei c vcs acompanham os comentarios, por isso naum sei se vao ver as respostas... Deu pra entender né?

Enfim... esse lance de dar os creditos é realmente complicado, fazemos mesmo que errado e qdo temos a oportunidade corrigimos uai! rss

Vou compartilhar mais um slide que recebi... 
Boa reflexão pro inicio de um fds!

Um fds lindo pra vocês
Repleto de paz, amor e mto ensinamento!
Amém!! rss

Bjo

As  4  Leis  da  Espiritualidade 
(Ensinadas  na  Índia)


1º Lei: “A pessoa  que  vem  é  a  pessoa  certa”.
Significa que ninguém está em nossa vida por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor estão interagindo conosco.  Há sempre algo que nos faz aprender  e avançar em cada situação.

2º Lei: “Aconteceu  a  única  coisa  que  poderia  ter  acontecido”.
Nada, nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe.  Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa..., aconteceu que um outro...”.  O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos alguma lição e seguirmos em frente.  Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.

3º Lei: “Toda vez que você iniciar é o momento certo”.
Tudo começa na hora certa: nem antes, nem depois.  Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é o momento em que as coisas acontecem.

4º Lei: “Quando algo termina, acaba realmente”.
Simplesmente assim.  Se algo acabou em nossas vidas foi para a nossa evolução, por isso, é melhor seguirmos em frente e nos enriquecermos com cada experiência

“Se um dia você tiver que escolher entre o mundo e o amor, lembre-se:  Se escolher o mundo ficará sem amor, mas se você escolher o amor, com ele conquistará o mundo”.
ALBERT  EINSTEIN

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Créditos, Plágio e Direitos Autorais



Ontem ocorreu algo que me fez refletir...
Em minha ultima postagem, postei um texto de Pedro Bial – Mude.
E na verdade descobri que naum é dele...
“Comprei” como se fosse entende?

Não sei como o verdadeiro dono – Edson Marques – veio parar no meu blog ontem!
Mas se ele realmente é o dono desse texto, estou lisongeada de te-lo aqui!
No mesmo momento acrescentei o nome dele ao titulo da postagem.

Ai fiquei pensando...
Será que os créditos que damos aos textos que publicamos sempre são os corretos?
Se eu criar uma frase maravilhosa e colocar meu nome, talvez, poucas pessoas notem, mas se eu colocar ao final da frase Clarisse Lispector, por exemplo, a frase vai bombar.
Bom pra ela, ruim pra mim, logico...

Mas isso naum pode ser usado como artificio para agumas pessoas ganharem creditos?
Alguem que não conhece Edson Marques, postou em algum lugar o texto dele como se fosse de Pedro Bial e olha quantas pessoas copiaram errado!

Me fez pensar tb que algumas coisas que eu posto aqui, sempre tem alguem que pode gostar, copiar e postar dizendo ser seu.
É complicado, pois como vou vigiar minhas publicações para q não sejam plagiadas?
Pedimos para que deem os creditos, mas eu mesma cometi um erro ontem, por “comprar” com creditos errado.
Nesse caso ele me achou e me corrigiu, imagina se eu colocasse q era meu?

Por isso, aos que não gostam de dar os creditos e aos plagiadores, CUIDADO... plagio é crime. De os creditos mesmo que errado, como eu fiz (sem saber)... NUNCA diga que é seu algo que não é!
OK?



PS: eu sempre dou os creditos nas postagens e qdo naum sei de quem é tb aviso que desconheço a autoria!

BOA QUINTAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
^^

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Mude - Pedro Bial - Edson Marques


"Mude. 

Mas comece devagar, 
porque a direção é mais importante que a velocidade. 

Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa. 
Mais tarde, mude de mesa. 

Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. 
Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, 
calmamente, 
observando com atenção os lugares por onde você 
passa. 
Tome outros ônibus. 



Mude por uns tempos o estilo das roupas. 
Dê os teus sapatos velhos. Procure andar descalço 
alguns dias. 

Tire uma tarde inteira pra passear livremente na 
praia, ou no parque, 
e ouvir o canto dos passarinhos. 

Veja o mundo de outras perspectivas. 
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda. 

Durma do outro lado da cama... 
depois, procure dormir em outras camas. 

Assista a outros programas de TV, compre outros 
jornais... leia outros livros. 

Viva outros romances. 
Não faça do hábito um estilo de vida. 
Ame a novidade. 

Durma mais tarde. Durma mais cedo. 
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua. 

Corrija a postura. 
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, 
novos temperos, novas cores, novas delícias. 

Tente o novo todo dia, 
o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo 
jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida. 


Tente. 
Busque novos amigos. 
Tente novos amores. 
Faça novas relações. 

Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, 
tome outro tipo de bebida, compre pão em outra 
padaria. 
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa. 
Escolha outro mercado... outra marca de sabonete, 
outro creme dental... 
tome banho em novos horários. 

Use canetas de outras cores 
Vá passear em outros lugares. 
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes. 
Troque de bolsa, de carteira, de malas, 
troque de carro, compre novos óculos, escrevas outras 
poesias. 

Jogue fora os velhos relógios, 
quebre delicadamente esses horrorosos despertadores. 


Abra conta em outro banco. 
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros 
teatros, visite novos museus. 

Mude. 
Lembre-se que a vida é uma só. 
E pense seriamente em arrumar um novo emprego, 
uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais 
prazeroso, 
mais digno, mais humano. 
Se você não encontrar razões para ser livre, 
invente-as. 


Seja criativo. 
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, 
longa, 
se possível sem destino. 

Experimente coisas novas. 
Troque novamente. 
Mude, de novo. 
Experimente outra vez. 

Você certamente conhecerá coisas melhores 
e coisas piores do que as já conhecidas. 

Mas não é isso o que importa. 
O mais importante é a mudança, o movimento, o 
dinamismo, a energia. 

Só o que está morto não muda!"






Edson Marques
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